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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Os bons momentos com a Mãe

Separarmo-nos dos filhos faz parte do caminho. Seja porque vão de férias com o pai, com os avós ou com os amigos, seja porque temos que estar fora em trabalho... São os desafios da vida em família. Sempre que estas situações surgem penso em como me posso tornar presentes na ausência. Registar os bons momentos com a mãe num caderno, que os pode acompanhar quando eu estou distante, foi uma das soluções que encontrei. Preenchê-lo com fotografias, desenhos, bilhetes, com palavras que nos saiêm da boca, com papeis de gelados (que comemos juntos) colados nas páginas brancas... A regra é: vale tudo o que a imaginação e a criatividade ditarem!



Acredito que desta forma partilho com os meus filhos que a saudade faz parte da vida, que é um sinal de que amamos os outros, de que sentimos a sua falta mas... Acredito, também, que deste modo, em vez de ficarem presos na tristeza que tantas vezes resulta da saudade, aprendem a ser livres e criativos para descobrirem como podem tornar a saudade num sentimento bom, positivo e alegre...

E quando começamos a recordar os bons momentos, ficamos próximos e o coração aconchegado.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Convidar amigos é bom

A Matilde não cabia nela de tanta alegria. Pela primeira vez uma amiga dela (só dela) vinha dormir cá a casa. Decidimos fazer um convite. Tudo feito por ela - a parte plástica (e artística) e o texto também. Delicioso - maiusculas misturadas com minusculas, erros normais de quem está a começar, de quem escreve como pronuncia...



A produção foi tal que ainda sobraram. A cozinha, claro está, foi o lugar de eleição para os trabalhos manuais



sábado, 21 de maio de 2011

Para a professora: uma prenda especial

"A Tânia fez anos. Eu quero oferecer-lhe um presente. Podemos comprar, mãe?" / "Do que é que a Tânia gosta?" / "Da Kitty, de cor de rosa..." / "O que podíamos fazer-lhe?" / "Uma bolsa para o telemóvel." Com pouco material pusemos mãos à obra.



A atenção e a concentração eram imensas. Completamente indiferente ao que se passava à volta. Para mim, o primeiro passo é criar gosto pelo que se faz. Por isso, deixei-a explorar o material, escolher a posição que lhe dava mais jeito. Sem restrições.



O produto final estava muito bonito.