Não é fácil fazer o que apregoamos. É simples dar ideias aos outros mas pôr em prática o que dizemos, isso é outra conversa. No domingo, acordei determinada a fazer algo diferente, inspirada em experiências que já tinham resultado. Na porta de casa afixei uma lista:
O que cada um tem que fazer
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O que acontece se não fizer?
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1. Arrumar a roupa do quarto.
2. Arrumar disfarces do quarto dos brinquedos.
3.Fazer TPC's
4. Arrumar material escolar.
5. Estudar para os testes.
6. Arrumar coisas para irem para casa do pai.
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1. Quando a roupa está num monte não é lavada.
2. Se tiver tudo desarrumado, o quarto não é aspirado nem limpo.
3.Tem falta de TPC's
4. Tem falta de material. Não pode fazer trabalhos.
5. Estudar = Boa nota; Não estudar = Má nota
6. Coisas arrumadas = Vão; Coisas não arrumadas = Não vão, ficam.
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Rapidamente surgiram perguntas:
"Mãe, podemos fazer pela ordem que quisermos?" / "Sim, podem"
"Mãe, até que horas temos que ter isto tudo feito?" / "Até à hora do jantar, 19h30 - 20h"
"Mãe, podemos não fazer tudo? Eu não tenho testes." / "Sim, podem. Cada um faz o que precisa"
Depois, foi deixar correr o dia. Confiar neles. Responsabilizá-los pelas escolhas que fariam. Acreditar que iam cumprir. Acreditar que as consequências estavam bem estabelecidas e valiam por si. Verificar que aquilo que defendo, diariamente, no meu trabalho funciona mesmo (consequências relacionadas com o comportamento; disponivel para as aplicar se for necessário...). Funcionou!







